As sete vacinas mais importantes na terceira idade

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Imunização em idosos previne doenças infecciosas e melhora qualidade de vida
O envelhecimento da população no planeta aumenta na mesma proporção em que se torna ainda mais importante a imunização na terceira idade com vacinas.
Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2050 serão 2 bilhões de pessoas acima dos 60 anos. O Brasil segue o mesmo gráfico de aumento da faixa etária: a expectativa é de que em 2020 a quantidade de idosos já seja maior do que a de crianças com até cinco anos.
Mesmo com o aumento da expectativa de vida, ainda é baixo número de idosos que buscam a prevenção de doenças com vacinas. A maior adesão é quando ocorrem campanhas governamentais, como contra a gripe e febre amarela.
Assim como é importante a vacinação em crianças, a imunização em idosos previne contrair doenças infecciosas e melhora a qualidade de vida. “As vacinas podem ser ‘vivas’ ou ‘inativadas’, ou seja, não vivas.
As vacinas ‘vivas’ são constituídas de microrganismos atenuados ou mais fracos, por exemplo, vacinas da poliomielite oral, rotavírus, sarampo, caxumba, rubéola, varicela e febre amarela.
Já as vacinas inativadas possuem componentes mortos, como a da gripe”, explica a infectologista e proprietária da unidade de Mogi Mirim da Terça da Serra, Priscila Frazão.

​Gripe
A vacinação contra a gripe faz parte do cronograma de campanhas governamentais. A gripe é uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no mundo.

“A vacina não desenvolve gripe como muitos pensam. Como temos muitos tipos de vírus em circulação, as pessoas quando tomam a vacina já tiveram contato prévio com algum desses vírus e pensam que, após tomar a vacina, contraíram a doença. Isso é um pensamento equivocado”, detalha Priscila Frazão.

A estimativa é de que a vacina contra a gripe pode reduzir em 50% o índice de mortalidade entre os idosos, 19% o risco de hospitalização por doenças cardíacas e até 23% de doenças cerebrovasculares.

Febre Amarela
A febre amarela pode causar um quadro de queda de pressão, sangramento e icterícia
(caracterizada pela cor amarelada da pele e da parte branca dos olhos). Com duração de dez dias, a doença também tem perfil infeccioso.

A vacinação deve ser realizada dez dias antes do idoso viajar para uma área de risco. O idoso que já tomou precisa repetir a dose três dias antes de uma viagem para uma área de risco.

Hepatite B
A Hepatite B em algumas pessoas pode ser assintomática e ataca o fígado. No caso dos
idosos, existe a possibilidade de evolução para um quadro mais grave.

Preventiva de Pneumococos
A imunização protege o organismo contra a pneumonia causada pelas principais cepas da bactéria pneumococo. Em pessoa acima de 60 anos, a doenças é três vezes mais frequente e o índice de mortalidade é maior. Essa vacina é aplicada uma vez com reforço após cinco anos.

Herpes zoster
A doença é causada pela reativação do vírus da catapora, conhecida popularmente como
cobreiro. Com uma dose, o idoso fica imune da doença.

Difteria e tétano
Idosos que não foram imunizados na infância por conta da falta de campanhas de vacinação precisam estar imunes. Estas doenças podem fazer parte da terceira idade em decorrência de ferimentos domésticos.

O idoso que nunca tomou ou desconhece a quantidade de doses precisa receber a vacina três vezes com intervalo mínimo de 30 dias entre cada dose. Depois é necessário tomar o reforço a cada dez anos.

Tríplice viral
A vacina protege três doenças: sarampo, caxumba e rubéola. Elas têm alto índice de contágio e são transmitidas por vias respiratórias.

Este artigo foi enviado por Vira Comunicação – contato@viracomunicacao.com.br​ – (19) 3367.1233

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